Alana Claudiana aos 6 anos começara cedo,a cantar e a tocar teclado quando ganhou um gravador de som do seu pai.Daí pra frente quando começou a ter consciência das injustiças sociais e da falta de respeito às diferenças, desde criança. Fora uma criança e adolescente vítima de bullying e rejeitada quase diariamente pelo seu entorno. Dessa feita,a única solução que eu vi naquele momento para a sua liberdade pessoal artística, além do seu desenvolvimento como mulher foi “fugir” daquela realidade de alguma maneira. Por isso decidiu sair do país aos 18 anos e começar uma vida nova do zero no exterior.Teu nome de nascimento é Alan. Quando começara a sua carreira de cantora na Espanha, se chamava “Lanka” e se apresentava como um ser humano andrógino pois essa sempre foi a tua natureza. Mesmo tendo uma aparência bem parecida com a atual, as pessoas já a tratavam em feminino sem saber. Só a partir do quarto álbum, em 2014, decidiu mudar o nome artístico pois mudou o nome nos seus documentos (de Alan para Alana). Claudiana é o sobrenome da sua mãe e da avó materna, que receberam de surpresa ao ganhar a cidadania espanhola pelas leis de cidadania da Espanha. Originalmente só tinha os dois sobrenomes do seu pai. Quisera fazer essa homenagem pra tua mãe e tua avó materna que já faleceu e fazia aniversário no mesmo dia que ela.Quando conheceu seu primeiro produtor, Miguel Blasco, na Espanha que é um homem de muita experiência no mercado musical latino e que acabou produzindo seu primeiro álbum que teve uma grande repercussão por lá. Com esse disco pode ir a vários lugares da Espanha e cantar e ser entrevistada na TV de lá, além de rádio, jornais e revistas. Sempre gostou de se comunicar (também estudou jornalismo). Jamais tirou o pé do chão ou esquecera das minhas origens e dos valores da minha família. Fez amizades em todos os lugares por onde vivera e passou por ser autêntica.Alana, crê que mesmo havendo um monopólio da música urbana globalizado, ainda há mais abertura de mente, oportunidades de fazer e encontrar música mais variada nos Estados Unidos que no Brasil de modo geral. Na sua visão, infelizmente , os Estados Unidos costumam sempre estar “umas casinhas” à frente nesse quesito. A indústria de Hollywood, as grandes marcas, os artistas e os meios de comunicação estão cada vez mais inclusivos em suas falas e conteúdos (em uma velocidade maior que no Brasil) e tem um grande poder de influência e formação de opinião na sociedade americana. Acredita que no Brasil as coisas ainda andam bem mais lentas. Ela,que gostou de aprender com tudo e com todos em cada momento da minha vida. Ser psicóloga de crianças a está ajudando muito a aprender com as novas gerações nesse momento. Quando exerceu o jornalismo na Espanha trabalhei com moda e viu outro lado além do superficial com todo um contexto, e tudo isso também utiliza na carreira de cantora, compositora e atriz.
Seu próximo single,"Radio" é um álbum com muitos toques e momentos dos anos 80, com uma variedade de sons, cores e ritmos. Ela pôs a letra na maioria das canções. Há muita nostalgia e muito sentimento mesmo nas partes mais dançantes. Cada tema fala de um momento e uma circunstância da tua vida onde a maioria das pessoas podem se identificar, com uma mensagem positiva de amor próprio e superação. Seus temas favoritos são as baladas desse disco, que são muito profundas e a emocionam muito.
Alana deixa como mensagem o pedido:"Olhar para dentro de si mesmos e saber o que se quer realmente, independente de egos, de comparações. Acreditar no potencial e estudar, aprimorar, praticar. Até aquele artista que mais admiramos não nasceu pronto e a dedicação, a constância e desfrutar do caminho são a chave para o sucesso em qualquer setor da nossa vida. Um grande beijo para todos e muito obrigada pela oportunidade!
Johann Peer é Jornalista responsável pelo número 65.158 MTB/SP e também vocalista e compositor da banda PEER & INUMANOS.

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